OFERTA FORMATIVA

Ref. 171T1 12.23/24 Inscrições abertas até 29-02-2024 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: ACD 12.23/24

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 6.0 horas

Início: 01-03-2024

Fim: 01-03-2024

Regime: Presencial

Local: Cine Teatro de Estarreja

Formador

Mónica Biscaia Araújo

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Enquadramento

A construção de um ambiente de aprendizagem inclusivo requer uma abordagem holística, que vá além da transmissão de conhecimento para abraçar a diversidade de experiências, habilidades e perspetivas dos indivíduos. Ao cultivar uma mentalidade de observação, escuta ativa e intervenção estratégica, esta ação de formação capacita os formandos a criar um espaço de ensino acolhedor e estimulante para todos os alunos, independentemente das suas necessidades individuais. O enfatizar da dimensão criativa e poética da prática educativa encoraja a exploração de novas formas de expressão e comunicação, adaptadas aos diferentes formatos de aprender e de interagir. Esta abordagem não só enriquece o processo de ensino-aprendizagem, mas também promove a autoexpressão, a confiança e a autoestima dos alunos, especialmente aqueles com deficiência ou necessidades especiais. A inclusão de profissionais, amadores, estudantes e interessados em Artes Cénicas, com e sem deficiência e surdos, reflete o compromisso com uma educação verdadeiramente inclusiva e diversificada. Ao proporcionar um espaço de aprendizagem aberto e acessível a todos, a oficina promove uma cultura de respeito, aceitação e colaboração, fundamentais para o desenvolvimento integral de cada aluno e para a construção de uma sociedade mais justa e inclusiva. Ao integrar princípios de diálogo, diversidade e criatividade, a ação de formação visa capacitar os formandos a serem agentes de mudança positiva nas suas comunidades, contribuindo para o desenvolvimento de uma sociedade mais inclusiva e solidária.

Objetivos

Objetivos a atingir Reconhecer o Conceito de Acesso Cultural e Práticas Artísticas Inclusivas: Compreender o significado de acesso cultural e a importância de práticas artísticas inclusivas para garantir que todos os indivíduos tenham a oportunidade de participar e usufruir das atividades culturais e artísticas, independentemente das suas características ou condições pessoais. Consciencialização do Conceito de Diversidade: Sensibilizar os participantes para a diversidade humana em todas as suas formas, incluindo diferenças de género, etnia, cultura, idade, capacidade física e mental, entre outras. Destacar a importância de reconhecer e respeitar essa diversidade na sociedade e na prática artística. Aquisição de Processos Metodológicos Inclusivos, no Exercício da Prática Criativa através do Teatro: Desenvolver competências e técnicas metodológicas que permitam aos participantes criar e conduzir atividades teatrais de forma inclusiva, adaptadas às necessidades e características individuais dos participantes. Promover o acesso equitativo à prática teatral, incentivando a participação ativa de todos. Reconhecimento da Diversidade como Motor Criativo: Explorar como a diversidade pode ser uma fonte de inspiração e criatividade no contexto teatral. Reconhecer e valorizar as diferentes perspetivas, experiências e identidades dos participantes como elementos enriquecedores para a criação artística. Fortalecimento do Sentido de Interajuda, Cooperação e Representatividade: Promover a colaboração, solidariedade e inclusão entre os participantes, fortalecendo o sentido de interajuda e cooperação no contexto teatral. Incentivar a representatividade e a valorização das diferentes identidades culturais e individuais no processo criativo. Valorização da Identidade e da Cultura Própria: Estimular a valorização da identidade pessoal e cultural dos participantes, promovendo o orgulho e a autoestima em relação às suas próprias origens e experiências. Reconhecer e celebrar a diversidade como um elemento fundamental da riqueza cultural e humana. Explorar Estratégias de Intervenção e Transformação: Explorar estratégias eficazes de intervenção e transformação do espaço comum, com base numa abordagem reflexiva e colaborativa, visando promover um ambiente de aprendizagem acolhedor, estimulante e inclusivo para todos os alunos.

Conteúdos

Conteúdos da ação Redes Formais e Informais (Territórios):Exploração das redes formais e informais presentes nos territórios culturais e artísticos, incluindo parcerias institucionais, colaborações comunitárias e redes de apoio entre artistas e agentes culturais. O Nosso Espaço Público e os Nossos Públicos (Diversidade): Análise do papel do espaço público na promoção da diversidade cultural e artística, assim como a importância de compreender e responder às necessidades dos diferentes públicos, incluindo grupos minoritários e comunidades marginalizadas. Sistemas de Cooperação e Sinergias Culturais e Artísticas (Mediação):Investigação dos sistemas de cooperação e sinergias entre diferentes agentes culturais e artísticos, destacando a importância da mediação e da colaboração para promover a circulação de ideias, recursos e práticas culturais. A Criação Artística como Afirmação de uma Identidade Coletiva (Felicidade):Reflexão sobre o papel da criação artística na afirmação e expressão de identidades coletivas, explorando como a arte pode contribuir para o fortalecimento do sentido de pertença, coesão social e bem-estar emocional das comunidades. Boas Práticas e Metodologias de Criação Artística Participativa (Criação): Apresentação e análise de boas práticas e metodologias de criação artística participativa, incluindo técnicas de envolvimento do público, cocriação e participação comunitária, visando promover uma abordagem colaborativa e inclusiva na prática artística.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 28-02-2024 (Quarta-feira) 10:00 - 13:00 3:00 Presencial
2 28-02-2024 (Quarta-feira) 14:00 - 17:00 3:00 Presencial

INSCREVER-ME

Ref. 168T1 11.23/24 Inscrições abertas até 05-03-2024 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: ACD 11.23/24

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 06-03-2024

Fim: 06-03-2024

Regime: e-learning

Local: Online

Formador

Isabel Feliz Andrade Nina

Destinatários

Educadores de Infância; Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores da Educação Especial;Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância; Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores da Educação Especial;Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Enquadramento

Se o desenvolvimento vertiginoso da tecnologia, das inúmeras plataformas e das redes sociais possibilitaram uma democratização sem precedentes da informação, permitiram a conexão e comunicação de todos com todos, a verdade é que também acentuaram algumas tendências problemáticas, nomeadamente a mistura de factos com opiniões e de notícias com entretenimento. Urge, pois, consciencializar para o papel dos media na construção da realidade social e das opiniões, para as questões éticas que lhe estão associadas, informar para o seu uso esclarecido e crítico, promover o pensamento crítico e fomentar a participação ativa e responsável, condição essencial de autonomia e de cidadania. Partindo de dois referenciais, o Aprender com a biblioteca Escolar da RBE e o Referencial de Educação para os Media da DGE| Versão atualizada e partilhando recursos e práticas, equacionar-se-ão estratégias que estimulem a voz dos alunos, quer através da produção escrita de géneros jornalísticos, quer de outros meios, tais como o vídeo, a fotografia, o podcast, a música, entre outros. É neste âmbito que se insere a presente proposta formativa, equacionada pela Rede Concelhia de Bibliotecas de Estarreja e formalizada pelo serviço de bibliotecas do AE de Pardilhó, em articulação com a coordenação interconcelhia da Rede de Bibliotecas Escolares.

Objetivos

- Explicitar conceitos, princípios e abordagens no âmbito da Educação para os Media (EpM). - Apoiar o currículo, nomeadamente a área de Cidadania e de Desenvolvimento, considerando a sua relação intrínseca com a da Educação para os Media. - Promover o trabalho colaborativo entre a sala de aula e a biblioteca escolar, tendo por base o referencial Aprender com a biblioteca escolar e o Referencial de Educação para os Media| Versão atualizada. - Partilhar recursos e práticas. - Promover o olhar/pensamento crítico, pilar para uma cidadania informada, ativa e responsável. - Promover a voz aos alunos, através da produção escrita de géneros jornalísticos ou de outras formas.

Conteúdos

- Conceitos: cidadania, media, literacia mediática, Educação para os Media; - Referenciais: Aprender com a biblioteca escolar e Referencial de Educação para os Media| Versão atualizada; - Princípios da Educação para os Media; - Abordagens de Educação para os Media; - Usos e práticas mediáticas; - Oportunidades de promoção da EpM.

Bibliografia

Pereira, S.; Pinto, M.; Madureira, J.; Pombo, T. & Guedes, M. (2014). Referencial de Educação para os Media para a Educação Pré-Escolar, o Ensino Básico e o Ensino Secundário. Ministério da Educação Pereira, S.; Pinto, M. & Moura, P. (2015). Níveis de Literacia Mediática: Estudo Exploratório com Jovens do 12.º ano. Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade. Pereira, S. (2021). Crianças, Jovens e Media na Era Digital Consumidores e Produtores?. Editora/Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade. https://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/73763/3/ Pereira, S.& Toscano, M. (2021). Literacia mediática nas bibliotecas escolares. https://www.rbe.mec.pt/np4/%7B$clientServletPath%7D/?newsId=867&fileName=Estudo_MILObs_RBE1.pdf Pereira, S., Pinto, M.,& Madureira, E.. (2023). Referencial de Educação para os Media. Ministério da Educação. Ministério da Educação, Rede de Bibliotecas Escolares. (2017). Aprender com a biblioteca Escolar. Referencial de aprendizagens associadas ao trabalho das bibliotecas escolares na educação pré-escolar e nos ensinos básico e secundário. https://www.rbe.mec.pt/np4/AcBE.html?newsId=99&fileName=referencial_2017.pdf


Observações

https://erte.dge.mec.pt/educacao-para-os-media

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 06-03-2024 (Quarta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Online síncrona

INSCREVER-ME

Ref. 162T1 23.24 A decorrer

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-122103/23

Modalidade: Círculo de Estudos

Duração: 38.0 horas (25.0 horas presenciais)

Início: 24-10-2023

Fim: 28-05-2024

Regime: Presencial

Local: None

Formador

Catarina de Ascensão Nascimento Rodrigues

João Rafael Vieira dos Santos Ferreira

Destinatários

Professores do 1º Ciclo;

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação Intermunicipal de Estarreja, Murtosa e Ovar

Enquadramento

Ao longo dos anos, têm existido várias iniciativas relacionados com o uso das TIC, em contexto educativo. Duas das mais recentes (iniciativa Magalhães e projeto Internet@EB1), permitiram, no primeiro caso, uma massificação dos computadores portáteis nas escolas do 1.o ciclo enquanto que, a segunda, se centrou, tanto na questão do equipamento, como na formação de professores. No entanto e apesar de todo este investimento, continuam a existir alguns constrangimentos ao nível da utilização das TIC: ● A ideia de que as tecnologias surgem para além do currículo e dificultam que este seja cumprido; ● A falta de experiência numa utilização pedagógica das TIC; ● A dificuldade em gerir a própria sala de aula, consequência também da falta de experiência na utilização das TIC com os alunos. Assim, este projeto e consequentemente, este círculo de estudos, surgem como forma de apoiar a utilização das TIC, em contexto de sala de aula, inserido numa comunidade de professores, interessados na experimentação das tecnologias, associadas a novas estratégias de trabalho com os alunos, na reflexão sobre os sucessos e insucessos que se podem ir conseguindo e numa transformação de uma metodologia centrada no professor para uma outra, de carácter construtivista, mais centrada no aluno.

Objetivos

Com este Círculo de Estudo, pretendemos: ● Construir uma pequena comunidade de prática com professores do 1.o ciclo, com foco nas questões da integração curricular das TIC; ● Construir planos de aula e outros materiais para o 1.o ciclo, onde as TIC assumam o seu papel de área de integração curricular transversal; ● Partilhar pequenos projetos comuns; ● Discutir a implementação das atividades em sala de aula (o que correu bem e o que pode ser melhorado); ● Criar canais de divulgação do trabalho realizado.

Conteúdos

1.o Módulo – Comunidades de prática (3 horas) ● Reflexão em torno do conceito de Comunidades de Prática. Análise e reflexão sobre a literatura. 2.o Módulo – Ponto de partida (2 horas) Ponto de partida: ● Organização da comunidade de prática e tomada de decisões relativamente ao trabalho a realizar. 3.o Módulo – Ensinar com tecnologias digitais (3 horas) ● Reflexão em torno de metodologias de ensino que usem tecnologias digitais e das condições necessárias para a sua implementação; ● Reflexão em torno dos fatores que podem dificultar ou promover o uso das tecnologias no processo de ensino e de aprendizagem de cada comunidade educativa. 4.o Módulo – Refletir e criar (12 horas) ● Construir planos de aula e outros materiais para o 1.o ciclo, onde as TIC assumam o seu papel de área de integração curricular transversal; ● Implementação das atividades criadas; ● Partilha de projetos comuns entre as várias turmas dos professores pertencentes à comunidade de prática; ● Reflexão sobre a implementação das atividades em sala de aula (o que correu bem e o que pode ser melhorado) e reformulação dos planos e dos materiais criados. 5.o Módulo – Divulgar (5 horas) ● Criação dos canais, divulgação das reflexões realizadas e dos recursos produzidos, durante o círculo de estudos.

Metodologias

Presencial: - As sessões presenciais (periodicidade mensal) serão orientadas para o debate em torno de documentos e das experiências de todos os formandos, que possam ajudar à construção de diferentes recursos para o 1.o ciclo, onde as TIC assumam o seu papel de área de integração curricular transversal. Serão disponibilizados, num espaço online de apoio à formação, antes de cada sessão, documentos que deverão ser analisados, de modo a promover o debate entre todos os formandos. Trabalho Autónomo: - O principal resultado do trabalho autónomo será a aplicação dos recursos construídos e a elaboração de reflexões sobre a aplicação desses mesmos recursos, em contexto de sala de aula. Os formandos trabalharão individualmente ou em grupo (projetos comuns) e apresentarão, nas sessões presenciais, o trabalho realizado até ao momento. Mais do que o produto final, será fundamental que os formandos reflitam sobre a aplicação dos recursos em cada uma das suas turmas, de forma a validá-los, para que outros os possam utilizar.

Avaliação

Os formandos serão avaliados de acordo com a legislação em vigor, através da escala e dos parâmetros de avaliação estabelecidos e respeitando os dispositivos legais da avaliação contínua. A conclusão do círculo de estudos implica a obrigatoriedade da elaboração dos vários trabalhos propostos, quer relativamente ao trabalho presencial (online síncrono), assim como no que diz respeito ao trabalho autónomo e ainda da elaboração do relatório de reflexão crítica. Serão considerados na avaliação dos formandos a assiduidade/pontualidade, o trabalho presencial (participação e discussão de ideias,...), o trabalho autónomo (aplicação dos diferentes recursos, a investigação e reflexão realizadas,...) e o trabalho final (Reflexão crítica sobre a formação e os materiais produzidos,...).

Bibliografia

● Loureiro, A., Vaz, C., Rodrigues, M. R., Antunes, P., & Loureiro, M. J. (2009). Factores Críticos de Sucesso em Comunidades de prática de Professores Online. In P. Dias & A. Osório (Eds.), Actas da VI Conferência Internacional de TIC na Educação - Challenges 2009 (pp. 1069-1084). ● Miranda-Pinto, M., Osório, A.J. (2009). Liderança em Comunidades de Prática Online – Estratégias e Dinâmicas na @rcaComum. Revista ANALES da Universidad Metropolitana de Caracas, 2009. Vol. 9, No 1, (pp. 47-65). http://ares.unimet.edu.ve/academic/revista/anales9.1/documentos/pag-47.pdf ● Rodrigues, M. R. (2013). Utilização didática das TIC numa sala de 1.o CEB: estudo de caso. Tese de Doutoramento, Universidade de Aveiro, Aveiro. ● Wenger, E. (1998). Communities of practice: learning, meaning, and identity. New York: Cambridge University Press.

Anexo(s)


Observações

Os formadores propostos serão uma mais-valia para o desenvolvimento deste Círculo de Estudos, quer pela sua vasta experiência enquanto formadores, quer pela sua experiência enquanto docentes. A professora Maria do Rosário Rodrigues é doutorada em Multimédia em Educação pela Universidade de Aveiro e tem vindo, ao longo dos anos, a orientar vários trabalhos de mestrado na área da utilização educativa das tecnologias, para além de participar em diferentes projetos nacionais e internacionais. O professor Miguel Figueiredo é mestre em Comunicação Educacional Multimédia, coordenador do Projeto GEN10S, coordenador do Centro de Competência TIC da ESE/IPS, responsável pelo Projeto EduScratch, no qual trabalha na formação de professores na área da utilização educativa do ambiente gráfico de programação Scratch. O professor João Torres é mestre em Educação, na especialidade de didática da Matemática. Tem vindo, ao longo dos anos, a trabalhar na utilização educativa de linguagens de programação e robótica e ainda na promoção da Literacia Digital. Atualmente, trabalha no Centro de Competência TIC da ESE/IPS, mas já desempenhou funções na Equipa Recursos e Tecnologias Educativas (ERTE) da Direção Geral de Educação (DGE). O professor João Grácio trabalha, atualmente, no Centro de Competência TIC da ESE/IPS. Tem vindo a desenvolver vários projetos, ao nível da utilização das TIC, em contexto educativo, no 1.o ciclo do ensino básico.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 24-10-2023 (Terça-feira) 17:30 - 19:30 2:00 Online síncrona
2 14-11-2023 (Terça-feira) 17:30 - 19:30 2:00 Online síncrona
3 28-11-2023 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
4 16-01-2024 (Terça-feira) 17:30 - 19:30 2:00 Online síncrona
5 06-02-2024 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
6 13-04-2024 (Sábado) 09:00 - 12:00 3:00 Presencial
7 13-04-2024 (Sábado) 13:00 - 16:00 3:00 Presencial
8 23-04-2024 (Terça-feira) 17:30 - 19:30 2:00 Online síncrona
9 14-05-2024 (Terça-feira) 17:30 - 19:30 2:00 Online síncrona
10 28-05-2024 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona

Ref. 167T2 10.23/24 Em avaliação

Registo de acreditação: ACD 10.23/24

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 28-02-2024

Fim: 28-02-2024

Regime: Presencial

Local: Bombeiros Voluntários de Ovar

Formador

Ilka Martins Rosa

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Unidade de Saúde Pública ACES Baixo Vouga

Enquadramento

Os modernos regimes de insulinoterapia são complexos e desafiantes para profissionais de saúde, comunidade educativa e para as crianças e jovens; As crianças e jovens precisam de suporte por parte dos educadores, docentes e não docentes para lidar com o DM1; Um pobre controlo glicémico está associado a complicações agudas e crónicas; Um pobre controlo glicémico afetar negativamente o desempenho escolar; Os docentes e não docentes apresentam falta de conhecimentos básicos para apoiar os alunos com DM1; Há insegurança sobre como apoiar as crianças e jovens com DM1 e isto pode levar à recusa para assumirem qualquer responsabilidade perante a gestão da doença; Há a necessidade sentida de treino e preparação dos adultos designados pela Escola (docentes e não docentes) para apoiar os alunos com DM1; Educadores e pais consideram ser fundamental que a formação em DM1 ocorra; Há falta de informação nutricional das refeições/alimentos servidos no refeitório; · Há que melhorar a comunicação entre a Escola, pais, serviços de saúde de forma integrada, sobre a DM1; É importante criar pontes entre os Serviços de Saúde, a Escola e os pais; É importante melhorar a comunicação e a articulação entre todos os envolvidos para se conseguir melhorar o controlo metabólico e a qualidade de vida do aluno com DM1.

Objetivos

• Criar um ambiente escolar mais inclusivo e seguro para estudantes com Diabetes tipo 1. • Evitar complicações agudas do Diabetes tipo 1 em ambiente escolar. • Contribuir para literacia da comunidade Educativa em Diabetes tipo 1 • Evitar o absentismo de alunos com DM1 devido ao DM1 • Evitar que o aluno com DM1 tenha má performance escolar devido a patologia.

Conteúdos

• Diabetes: conceitos fundamentais • Diabetes na escola: - Alimentação e contagem de hidratos de carbono - Exercício físico - Insulinoterapia na Escola - Gestão de complicações agudas da doença: Hipoglicemia e Hiperglicemia - Integração dos alunos com Diabetes na Escola


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 28-02-2024 (Quarta-feira) 16:00 - 19:00 3:00 Presencial

Ref. 169T2-10-A.23/24 Em avaliação

Registo de acreditação: ACD 10-A.23/24

Modalidade: Outro

Duração: 3.0 horas

Início: 28-02-2024

Fim: 28-02-2024

Regime: Presencial

Local: Bombeiros Voluntários de Ovar

Formador

Ilka Martins Rosa

Destinatários

Pessoal não docente;

Entidade formadora/Parceria

Unidade de Saúde Pública ACES Baixo Vouga

Enquadramento

Os modernos regimes de insulinoterapia são complexos e desafiantes para profissionais de saúde, comunidade educativa e para as crianças e jovens; As crianças e jovens precisam de suporte por parte dos educadores, docentes e não docentes para lidar com o DM1; Um pobre controlo glicémico está associado a complicações agudas e crónicas; Um pobre controlo glicémico afetar negativamente o desempenho escolar; Os docentes e não docentes apresentam falta de conhecimentos básicos para apoiar os alunos com DM1; Há insegurança sobre como apoiar as crianças e jovens com DM1 e isto pode levar à recusa para assumirem qualquer responsabilidade perante a gestão da doença; Há a necessidade sentida de treino e preparação dos adultos designados pela Escola (docentes e não docentes) para apoiar os alunos com DM1; Educadores e pais consideram ser fundamental que a formação em DM1 ocorra; Há falta de informação nutricional das refeições/alimentos servidos no refeitório; · Há que melhorar a comunicação entre a Escola, pais, serviços de saúde de forma integrada, sobre a DM1; É importante criar pontes entre os Serviços de Saúde, a Escola e os pais; É importante melhorar a comunicação e a articulação entre todos os envolvidos para se conseguir melhorar o controlo metabólico e a qualidade de vida do aluno com DM1.

Objetivos

• Criar um ambiente escolar mais inclusivo e seguro para estudantes com Diabetes tipo 1. • Evitar complicações agudas do Diabetes tipo 1 em ambiente escolar. • Contribuir para literacia da comunidade Educativa em Diabetes tipo 1 • Evitar o absentismo de alunos com DM1 devido ao DM1 • Evitar que o aluno com DM1 tenha má performance escolar devido a patologia.

Conteúdos

Diabetes: conceitos fundamentais Diabetes na escola: - Alimentação e contagem de hidratos de carbono - Exercício físico - Insulinoterapia na Escola - Gestão de complicações agudas da doença: Hipoglicemia e Hiperglicemia - Integração dos alunos com Diabetes na Escola


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 28-02-2024 (Quarta-feira) 16:00 - 19:00 3:00 Presencial

Ref. 166T01 09.23/24 Em avaliação

Registo de acreditação: ACD 09.23/24

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 6.0 horas

Início: 27-02-2024

Fim: 27-02-2024

Regime: Presencial

Local: Centro de Arte de Ovar

Destinatários

Ação destinada Assistentes Sociais escolares e outros, docentes, público em geral

Releva

Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação Intermunicipal de Estarreja, Murtosa e Ovar

Enquadramento

-Partilhar o papel específico do Serviço Social no sistema de ensino, assim como o perfil especializado do Assistente Social escolar;

Objetivos

- Proporcionar uma reflexão sobre a educação em geral, nos vários contextos educativos, numa perspetiva integrada e integradora; - Conhecer e compreender as metodologias de investigação-ação do Serviço Social no sector da educação; - Promover a reflexão sobre a atuação dos Assistentes Sociais no contexto escolar: Saber(es), competências e estratégias de intervenção diferenciadoras dos demais profissionais na promoção do sucesso educativo, no contexto do ensino público, democratizado, para todos e com qualidade;

Conteúdos

- O Serviço Social escolar: práticas de promoção da equidade na educação; - A violência nas escolas; - A especialização clínica no trabalho com crianças e adolescentes no ambiente educacional; - O impacto da participação dos pais e encarregados de educação na gestão escolar; - A importância do bem-estar global dos alunos; - O sucesso escolar na perspetiva neurodesenvolvimental e do comportamento; - O evoluir social e os seus contributos para o sucesso escolar; - Apresentação de projetos no âmbito da atuação dos Assistentes Social em contexto escolar: Diversidade cultural / Inclusão / Direitos Humanos;

Anexo(s)

Programa - Manhã

Programa - Tarde


Observações

Inscrição obrigatória em https://forms.gle/k8M4SG4q5m1YD3oe6 e só serão consideradas as inscrições mediante o comprovativo de pagamento à entidade promotora "coo_UP". A frequência da ação é sujeita a pagamento prévio de 15€.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 27-02-2024 (Terça-feira) 09:30 - 12:30 3:00 Presencial
2 27-02-2024 (Terça-feira) 14:00 - 17:00 3:00 Presencial

Ref. 167T1 10.23/24 Em avaliação

Registo de acreditação: ACD 10.23/24

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 23-02-2024

Fim: 23-02-2024

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária de Estarreja

Formador

Ilka Martins Rosa

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Unidade de Saúde Pública ACES Baixo Vouga

Enquadramento

Os modernos regimes de insulinoterapia são complexos e desafiantes para profissionais de saúde, comunidade educativa e para as crianças e jovens; As crianças e jovens precisam de suporte por parte dos educadores, docentes e não docentes para lidar com o DM1; Um pobre controlo glicémico está associado a complicações agudas e crónicas; Um pobre controlo glicémico afetar negativamente o desempenho escolar; Os docentes e não docentes apresentam falta de conhecimentos básicos para apoiar os alunos com DM1; Há insegurança sobre como apoiar as crianças e jovens com DM1 e isto pode levar à recusa para assumirem qualquer responsabilidade perante a gestão da doença; Há a necessidade sentida de treino e preparação dos adultos designados pela Escola (docentes e não docentes) para apoiar os alunos com DM1; Educadores e pais consideram ser fundamental que a formação em DM1 ocorra; Há falta de informação nutricional das refeições/alimentos servidos no refeitório; · Há que melhorar a comunicação entre a Escola, pais, serviços de saúde de forma integrada, sobre a DM1; É importante criar pontes entre os Serviços de Saúde, a Escola e os pais; É importante melhorar a comunicação e a articulação entre todos os envolvidos para se conseguir melhorar o controlo metabólico e a qualidade de vida do aluno com DM1.

Objetivos

• Criar um ambiente escolar mais inclusivo e seguro para estudantes com Diabetes tipo 1. • Evitar complicações agudas do Diabetes tipo 1 em ambiente escolar. • Contribuir para literacia da comunidade Educativa em Diabetes tipo 1 • Evitar o absentismo de alunos com DM1 devido ao DM1 • Evitar que o aluno com DM1 tenha má performance escolar devido a patologia.

Conteúdos

• Diabetes: conceitos fundamentais • Diabetes na escola: - Alimentação e contagem de hidratos de carbono - Exercício físico - Insulinoterapia na Escola - Gestão de complicações agudas da doença: Hipoglicemia e Hiperglicemia - Integração dos alunos com Diabetes na Escola


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 23-02-2024 (Sexta-feira) 16:00 - 19:00 3:00 Presencial

Ref. 169T1-10-A.23/24 Em avaliação

Registo de acreditação: ACD 10-A.23/24

Modalidade: Outro

Duração: 3.0 horas

Início: 23-02-2024

Fim: 23-02-2024

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária de Estarreja

Formador

Ilka Martins Rosa

Destinatários

Pessoal não docente;

Entidade formadora/Parceria

Unidade de Saúde Pública ACES Baixo Vouga

Enquadramento

Os modernos regimes de insulinoterapia são complexos e desafiantes para profissionais de saúde, comunidade educativa e para as crianças e jovens; As crianças e jovens precisam de suporte por parte dos educadores, docentes e não docentes para lidar com o DM1; Um pobre controlo glicémico está associado a complicações agudas e crónicas; Um pobre controlo glicémico afetar negativamente o desempenho escolar; Os docentes e não docentes apresentam falta de conhecimentos básicos para apoiar os alunos com DM1; Há insegurança sobre como apoiar as crianças e jovens com DM1 e isto pode levar à recusa para assumirem qualquer responsabilidade perante a gestão da doença; Há a necessidade sentida de treino e preparação dos adultos designados pela Escola (docentes e não docentes) para apoiar os alunos com DM1; Educadores e pais consideram ser fundamental que a formação em DM1 ocorra; Há falta de informação nutricional das refeições/alimentos servidos no refeitório; · Há que melhorar a comunicação entre a Escola, pais, serviços de saúde de forma integrada, sobre a DM1; É importante criar pontes entre os Serviços de Saúde, a Escola e os pais; É importante melhorar a comunicação e a articulação entre todos os envolvidos para se conseguir melhorar o controlo metabólico e a qualidade de vida do aluno com DM1.

Objetivos

• Criar um ambiente escolar mais inclusivo e seguro para estudantes com Diabetes tipo 1. • Evitar complicações agudas do Diabetes tipo 1 em ambiente escolar. • Contribuir para literacia da comunidade Educativa em Diabetes tipo 1 • Evitar o absentismo de alunos com DM1 devido ao DM1 • Evitar que o aluno com DM1 tenha má performance escolar devido a patologia.

Conteúdos

Diabetes: conceitos fundamentais Diabetes na escola: - Alimentação e contagem de hidratos de carbono - Exercício físico - Insulinoterapia na Escola - Gestão de complicações agudas da doença: Hipoglicemia e Hiperglicemia - Integração dos alunos com Diabetes na Escola


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 23-02-2024 (Sexta-feira) 16:00 - 19:00 3:00 Presencial

Ref. 163T1 - 06.23/24 Em avaliação

Registo de acreditação: ACD 06.23/24

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 6.0 horas

Início: 01-02-2024

Fim: 01-02-2024

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária Júlio Dinis - AEOS

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Enquadramento

Após a realização dos estudos constatou-se que a formação continuada de professores contribui para o processo de inclusão de crianças autistas no ensino regular, já que os docentes passam a compreender melhor como intermediar a socialização e a aprendizagem destas crianças. Com o aumento significativo de crianças/jovens diagnosticadas com esta perturbação verifica-se necessário dotar toda a comunidade educativa de estratégias de atuação para aumentar a inclusão e diminuir o mal-estar que estes jovens possam sentir.

Objetivos

Dotar todos os elementos da comunidade educativa de conhecimentos sobre o autismo e a neurodiversidade, sobre as principais características, necessidades e pontos fortes dos alunos com autismo, os aspetos a ter em consideração na inclusão destes alunos em sala de aula, e como tornar a escola mais acessível e inclusiva.

Conteúdos

Conteúdos da ação Módulo 1. Definição e Conceptualização do Espetro do Autismo Módulo 2. O aluno com Autismo Módulo 3. Escola + Família O Direito à Educação Escola Inclusiva A Equipa Multidisciplinar na Educação Inclusiva Recursos de Apoio na Escola A parceria entre a Família e a Escola – Diferentes papéis


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 30-11-2023 (Quinta-feira) 10:00 - 13:00 3:00 Presencial
2 30-11-2023 (Quinta-feira) 14:00 - 17:00 3:00 Presencial

Ref. 157T1 - 02.23/24 Em avaliação

Registo de acreditação: ACD 02.23/24

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 30-01-2024

Fim: 06-02-2024

Regime: e-learning

Local: Escola Secundária de Estarreja

Formador

Dorinda Henriques Valente Rebelo

Teresa de Jesus da Silva Rodrigues Amaral

Destinatários

Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;

Releva

Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação Intermunicipal de Estarreja, Murtosa e Ovar

Enquadramento

A educação para a cidadania deve fazer parte da própria cultura de escola - assente numa lógica de participação e de corresponsabilização de todos os intervenientes e a implementação da componente curricular de Cidadania e Desenvolvimento, no ensino secundário, deve decorrer de práticas sustentadas no tempo e não de meras intervenções pontuais. Esta componente do currículo assume um papel fundamental no desenvolvimento integral dos alunos que aprendem através de desafios da vida real, indo para além da sala de aula e da escola, tomando consciência que as suas decisões e ações contribuem não só para o seu futuro individual, mas também para o futuro coletivo. Neste enquadramento, as estratégias de ensino e de aprendizagem exigem um trabalho articulado, aprofundado e integrado, com intencionalidade pedagógica, e respetiva monitorização. Com esta ação pretende-se debater, clarificar e aprofundar o conhecimento profissional docente, no contexto do AEE, relativo à implementação, no ensino secundário, da componente curricular de Cidadania e Desenvolvimento, para a melhoria do ensino e das aprendizagens dos alunos.

Objetivos

A opção de se trabalhar esta componente no âmbito das diferentes disciplinas da matriz, dos temas e projetos, sob coordenação de um dos professores da turma ou grupo de alunos, coloca novos desafios aos professores. Neste contexto a ação visa contribuir para: - Partilhar e discutir exemplos de projetos e de práticas transversais de abordagem da Cidadania, no ensino secundário; - Apoiar os professores na sua prática letiva, ao nível da implementação do projeto de cidadania de turma.

Conteúdos

1. Educação para a Cidadania: Enquadramento (ENEC e PASEO) 2. Documentos estruturantes e orientadores no AEE (PE, EECE e PAA) 3. Projeto de cidadania de turma: - Construção do projeto de Cidadania de turma: metodologias de operacionalização; _ Partilha e discussão de práticas implementadas no AEE.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 30-01-2024 (Terça-feira) 19:00 - 20:30 1:30 Online síncrona
2 06-02-2024 (Terça-feira) 19:00 - 20:30 1:30 Online síncrona